Não é agência fazendo post: é um ativo instalado na sua operação. Vendedor custa salário, comissão e meses de rampagem; ele dorme, tira férias, pede aumento. A máquina vai atrás, todos os dias. Do dia em que você entrega a base até o lead cair no seu comercial, o caminho é este:
Lista comprada, CRM, leads antigos, clientes esquecidos: manda como estiver. Sentamos com você e transformamos seu faro de dono em critério escrito, o crivo. A máquina só vai aprovar quem você aprovaria.
Um canal oficial de mensagens no nome da sua empresa, separado do seu número. Dali a máquina manda mensagem pra base, lote a lote. Quem dá o primeiro passo é ela, não o lead.
Quem responde cai numa conversa de verdade: pergunta, escuta, confirma cada critério do crivo. Ninguém é descartado sem dupla confirmação e quem não se encaixa recebe um encerramento educado, porque o nome na conversa é o da sua empresa.
No fim da conversa, não existe lead solto: ou ele cumpriu o crivo, ou ficou registrado por que não cumpriu. Você acompanha os dois casos no painel, ao vivo.
Você está nesta página há esse tempo. É assim que o seu lead espera resposta. Depois de 5 minutos, a chance de qualificar despenca. Agora responda com sinceridade: quanto tempo os seus esperam?
Fonte: Harvard Business Review, estudo de tempo de resposta a leads
Arraste os controles com os números da sua operação. A conta usa a taxa de uma operação real nossa, que você confere logo abaixo: 6,8% da base fria virou lead qualificado. Base própria costuma render mais que lista comprada.
E se toda manhã o seu time abrisse o WhatsApp com a agenda já montada?
Os números ao lado são de uma operação real, rodando desde maio em cima de lista fria comprada, a base mais difícil que existe. Se de uma lista fria saiu isso, imagina da sua base, que já te conhece.
Números reais da operação. Nome e mercado do cliente ficam em sigilo, como os seus também ficariam.
A história é quase sempre a mesma: chip novo, ferramenta de disparo, três dias depois o número cai. As mensagens saem, mas ninguém recebe, e a conta some sem aviso. E a base que custou tão caro continua parada. De uns tempos pra cá ficou pior: o disparo em massa travou de vez, e muita operação que dependia dele parou junto.
A máquina segue ativando bases inteiras, todos os dias. O caminho é outro: estrutura oficial, conversa de gente, ritmo certo. Seu número fica fora da operação e fora do risco. O risco operacional é nosso.
Não no sentido que te faz fechar essa página. Chatbot fica sentado esperando alguém chegar. A máquina faz o contrário: ela vai atrás, manda a primeira mensagem pra base inteira e toca a conversa um a um, com roteiro desenhado a partir do seu critério. Tem tecnologia na operação, claro. Mas a régua, o tom e as decisões são definidos com você antes de qualquer mensagem sair, e você confere a qualidade das conversas no painel quando quiser.
Não. A operação roda em estrutura oficial, num canal criado no nome da sua empresa, que não encosta no seu número. Sem número improvisado, sem gambiarra. Seu WhatsApp de sempre continua intocado.
Porque os critérios são seus. Você define o que é lead bom antes da máquina ligar, e cada lead entregue confirmou esses critérios dentro da própria conversa. E você não precisa acreditar em relatório: o painel ao vivo da sua operação mostra cada conversa e cada etapa, na hora que você quiser olhar.
Números agregados, como os desta página, sim. Nome, mercado e conversas de cliente, nunca. O que a máquina produz dentro de uma operação é vantagem competitiva de quem paga por ela, e expor isso pra te convencer seria o pior cartão de visita do mundo. O combinado é o mesmo pra todos: o painel da sua operação é seu, e a sua identidade nunca aparece numa página como esta.
Essa é justamente a base que mais vaza dinheiro, porque você já pagou por ela e ela está parada. Os 12.235 contatos da operação citada na página eram lista fria, comprada. Lista antiga não é lista morta, é lista mal trabalhada. Na reunião de orçamento a gente avalia a sua e te diz, com números, o que dá pra esperar.
Tem o projeto de instalação e a mensalidade da operação, e o valor exato sai num orçamento personalizado, porque depende do tamanho da sua base e da complexidade do seu crivo. Por isso o caminho é uma reunião rápida, não tabela de preço. Uma referência prática: costuma custar menos que um SDR na folha, com a diferença de que aqui você enxerga cada conversa no painel.
Não, e nem deveria. A máquina faz o trabalho que consome o dia do seu time: abordar, filtrar, descartar com educação e separar quem está pronto. Seu closer recebe o lead quente com o contexto da conversa inteira e faz o que ele é pago pra fazer, que é fechar.
A instalação passa por crivo, canal e roteiro de conversa antes do primeiro lote. Não prometemos data mágica porque cada base é uma base. O que dá pra dizer com fato: na operação citada na página, a primeira resposta chegou minutos depois do primeiro disparo. Quando liga, liga de verdade.
Enquanto você lê isto, tem gente na sua lista que compraria de você. Só que ninguém perguntou. A gente mostra a conta antes de qualquer contrato. E o que a máquina descobrir sobre a sua base fica só com você.
Quantos contatos parados você tem hoje?
CRM, planilhas, listas, clientes antigos salvos no celular. São 3 passos rápidos e o nosso WhatsApp aparece pra você.
Qual o faturamento mensal da sua empresa?
Só pra desenhar o orçamento no tamanho certo da sua operação. Fica entre a gente.
Pra onde mandamos o seu orçamento?
A conversa do orçamento acontece no seu WhatsApp. Seus dados ficam só com a gente.
Anotado. Aqui está o nosso WhatsApp.
Chama a gente agora: a gente entende a sua operação e monta um orçamento personalizado pro seu caso. Suas respostas já vão junto na mensagem.
Chamar a Intake no WhatsAppAinda não é a sua hora. E tá tudo bem.
Pelo que você marcou, a máquina não é o próximo passo da sua operação agora. Guarda esta página: quando a base crescer ou o caixa folgar, a conversa vai render de verdade.